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ROTEIRO | EP37: MIXTAPE HOPE WORLD

  • podarmys
  • 30 de set. de 2025
  • 12 min de leitura

ROTEIRO "POD_ARMYS" – PROGRAMA N° 37 “MIXTAPE HOPE WORLD”

Gravação no Streamyard (SÁBADO),

Lançamento no Spotify 20h BRT

(27/09)


Host: Thy Souza (PA) || Co-Host:  Patrícia Barp (PA) 

Oradora: Lunna (PA)


Anfitrião: PODARMYS


Roteirista Responsável: Elly dos Santos

Apoio de roteiro: Gabriela Lima

Revisão: Tatiene Vitelbo

Supervisão: Beatriz Nery

Ajustes finais: Beatriz Nery



Host Thy: Olá, ARMYs! Tudo bem com vocês? Espero que sim e estejam preparados para mais um episódio maravilhoso feito especialmente para vocês. // Eu sou a Thy Souza e vou guiá-los nessa aventura encantadora e mágica que viveremos hoje, vocês estão prontos?// Quando pensamos na energia e positividade dentro do BTS, há sempre um nome que chama a atenção, não só como rapper, dançarino e performer do grupo, mas também por iluminar o palco com sua presença brilhante.// Com toda certeza, você pensou em j-hope, nosso solzinho de alma vibrante, dedicado e autêntico em tudo o que faz.// E se, assim como eu, você já está animado, pegue sua bebida, seus lanchinhos e prepare uma roupa confortável porque no fim desse episódio você vai querer ouvir a discografia do Hobi e dançar com ela, com certeza!// Porque o programa de hoje, assim como o assunto dele, é uma explosão de dopamina.//


Host Thy: Continuando a viagem pela história individual de quem está por trás do palco, nesse episódio vamos nos aventurar em um mundo de cores, cheio de experiências divertidas e emocionantes.// Já mergulhamos na primeira mixtape do Namjoon e ouvimos o grito cru de AGUST D, hoje conheceremos a construção de um artista, seu otimismo, sua luta interna e sua perspectiva de esperança refletidas em uma obra prima, nomeada de Hope World.// Mas antes, é importante ressaltar que mixtape é diferente de álbum, e a Patrícia Barp do Pod Armys explicará melhor para nós. Seja bem-vinda ao episódio de hoje, Patti!


Co-Host Patrícia: Olá, Thy e olá para todos os ARMYs que estão ouvindo a gente agora! É um imenso prazer estar aqui mais uma vez e hoje falando sobre essa mixtape fantástica, colorida e cheia de sonhos.// Então, embora algumas plataformas de músicas caracterizem o primeiro projeto solo do j-hope, Hope World, lançado em 2 março de 2018 como um álbum, se trata de uma mixtape, ou seja, é uma obra autoral onde ele tinha total liberdade para escrever, experimentar, produzir e expressar sem restrições nenhuma da produção comercial tradicional.// Foram músicas disponibilizadas para os fãs de forma gratuita, não como um projeto paralelo focado em dinheiro, mas como um espelho da alma do Jung Hoseok que desejava ser ouvida.// Cada faixa da mixtape carrega nuances da personalidade, pensamentos sobre a vida, a fama e o processo de amadurecimento na perspectiva esperançosa do j-hope, tornando um projeto único de leveza e profundidade quase como uma receita descritiva de quem ele é além dos holofotes.// 


Host Thy: De fato, Patti! A mixtape Hope World é um grande mergulho colorido, emotivo e sincero na mente e no coração do j-hope e esse espaço era uma necessidade de sua alma artística, ele queria mostrar a própria voz para o mundo enquanto buscava e explorava sua liberdade artística sem as restrições impostas pela indústria onde o BTS estava inserido.// Em 2018, o grupo já era fenômeno global, estava em uma época de crescimento explosivo com álbuns marcantes como love yourself: her e turnês internacionais, consolidando a presença no mercado mundial.// Mas essa ascensão também trazia enormes pressões como as expectativas dos fãs,  da gravadora, da mídia e do próprio mercado do Kpop. E foi nesse cenário, de ritmo intenso, viagens constantes e grandes responsabilidades, pois não era só representar um grupo, representavam toda uma geração de ARMYs, que o j-hope decidiu criar seu próprio espaço.// O BTS estava expandindo sua voz e narrativa coletiva, mas ele queria desvendar e expor sua individualidade enquanto explorava diferentes estilos e brincava com vários gêneros.//


Co-Host Patrícia: Exatamente, Thy! Hope World é importante porque é o primeiro projeto solo do j-hope e foi um marco de crescimento que permitiu que ele mostrasse sua composição de artista completo. A mixtape trouxe inspiração e esperança aos fãs que foram capazes de interpretar suas cores, sentimentos e pensamentos traduzidos de forma sincera e impactante pela música.// Se inspirando na própria personalidade vibrante e otimista, tendo como base o rap e hip-hop, incorporando trap, funk, EDM e até influências retrô e psicodélicas, ele traduziu sua alma pros fãs.// Assim como o RM e o SUGA, j-hope relembra que por trás do ídolo, existe uma pessoa que também luta todos os dias para continuar acreditando em si mesmo.// Trazendo cor com sua energia contagiante, ele desenha sonhos e inseguranças nas letras enquanto faz os fãs refletirem sua caricatura introspectiva.//


Host Thy: Isso é tão inspirador e criativo, Patti! Ouvir essa mixtape é como olhar quadros coloridos e reflexivos, me imagino em um museu musical. Principalmente hoje, já que a partir de agora, vamos observar de perto cada nuance dessa obra prima, faixa por faixa, destrinchar cada detalhezinho, para conseguir interpretar e entender as cores, energias e motivações por trás de cada pincelada do j-hope.// Então, ARMYs, fechem os olhos e se imaginem comigo dentro do “museu Hope World”, porque o que vem pela frente é apreciação dos mínimos detalhes da arte sincera e colorida do Jung Hoseok.// Estou muito empolgada, e pra dividir essa empolgação que está transbordando aqui com a Patti, vou chamar nossa querida Lunna. Sinta-se confortável e seja bem-vinda!


Oradora Lunna: Olá, meninas, e olá para todos que nos acompanham hoje! É um prazer estar aqui para falar sobre o “I’m your Hope, You’re my Hope, I’m j-hope”. // Parece que a empolgação foi compartilhada com sucesso, ARMY, eu não podia perder essa oportunidade. O j-hope é uma pessoa criativa e cheia de energia, por isso eu quis trazer a saudação icônica dele na minha introdução, espero que tenham gostado.//  


Co-Host Patrícia: É perceptível sua animação, Lunna. Você fez muito bem! Seja bem-vinda! Espero que o ARMY que nos ouve também esteja confortável e empolgado.// Voltando ao assunto, o j-hope é uma pessoa criativa e com muito talento, o que se torna ainda mais claro quando analisamos a mixtape.// Levando em consideração o contexto de 2018, era um ponto crucial na carreira do BTS, pois o grupo estava em expansão global e tinha conquistado o reconhecimento internacional. A mixtape representou a oportunidade do j-hope de explorar sua identidade individual, mostrar sua visão artística própria e comunicar aspectos da sua personalidade que não eram tão evidentes dentro do grupo.// 


Oradora Lunna: Exato, Patti! Musicalmente, a mixtape dialoga com o BTS mas não se sobrepõe, e isso é interessante porque enquanto o grupo abordava temas coletivos como amor, crescimento e reflexão, o j-hope se aprofunda em sentimentos pessoais, sonhos e as pressões da fama, criando uma narrativa solo que complementa o trabalho coletivo.// E esse cenário evidencia a capacidade do Hobi em adaptar-se em diferentes papéis: o dançarino e rapper energético do BTS e o artista introspectivo e sonhador em Hope World.// É importante lembrar que, por ser uma mixtape, ele teve bastante liberdade criativa e isso abriu caminho e encorajou os outros membros a explorar seus trabalhos individuais, como RM, SUGA e Jimin em seus próprios lançamentos.//


Host Thy: Sim, e na perspectiva solo, Hope World solidificou o j-hope como um artista multifacetado, capaz de produzir, compor e se apresentar de maneira autêntica. // Esse projeto não foi só uma mixtape, foi o encaixe que faltava para a evolução do j-hope como artista solo e membro do BTS, pois conseguiu evidenciar suas habilidades técnicas em rap e produção, ao mesmo tempo que mostrou seu lado humano e vulnerável, equilibrando perfeição artística e emoção genuína. // Ele conectou a trajetória do grupo com sua expressão individual e preparou o terreno para continuar explorando sua identidade e criatividade em projetos futuros. // Isso é tão inspirador!// Então, ARMYs, que tal fechar os olhos e se imaginar dentro da mixtape Hope World? Vamos juntas analisar cada faixa e  apreciar os mínimos detalhes da alma sincera e colorida do Jung Hoseok traduzida em música. //


Oradora Lunna: j-hope é autenticidade e esperança de si mesmo, do BTS e do ARMY e isso é inegável! Provarei minha fala agora mesmo, explorando as nuances da mixtape Hope World com vocês. // Ela começa como uma apresentação do próprio j-hope na faixa-título “Hope World”, uma batida animada, cheia de synths coloridos e elementos de funk, criando uma atmosfera positiva e otimista, onde há um artista confiante, porém reflexivo. // Ele canta sobre os altos e baixos da vida, sobre perseguir os sonhos e manter a esperança, os versos “I want it all, I want it all / I’ll go to the end, I’ll keep on running” refletem a energia incansável que define tanto sua persona quanto sua jornada pessoal. //


Co-Host Patrícia: Já em “P.O.P (Piece of Peace) Pt.1”, j-hope se aprofunda na sua visão de mundo, trazendo uma mistura de trap e beats eletrônicos com um flow rápido e dinâmico. A letra aborda a ideia de buscar equilíbrio e paz interior mesmo diante da pressão de ser idol e da vida sob os holofotes, enquanto trechos como “I just want my piece of peace / I want to breathe, I want to live” revelam a vulnerabilidade por trás da persona exuberante que vemos nos palcos. // Em “Daydream” refletimos sobre o desejo de escapar momentaneamente da realidade e se permitir sonhar sem limitações. O refrão “I’m living in a daydream, everything’s brighter than real life” mostra como j-hope encontra na imaginação e na criatividade um refúgio para lidar com a pressão e a fama, oferecendo também uma sensação de leveza ao ouvinte. Essa é uma das faixas mais impactantes da mixtape, com uma sonoridade que mistura pop e funk com um toque de trap e que vale a pena dizer que o Hobi nos contou numa live que a letra foi escrita em solos brasileiros. Que honra! //


Oradora Lunna: Nossa, o b-army fica sempre muito feliz quando lembramos disso! Bom, continuando! // Já em “Base Line”, a energia muda para um rap mais agressivo, com influências de hip-hop clássico e batidas intensas. Aqui j-hope explora a própria identidade como rapper, afirmando suas habilidades e destacando a jornada desde os primeiros passos até a posição que ocupa hoje. O verso “I built my base line from nothing, now it’s all mine” transmite não só orgulho mas também a importância da perseverança e da autoconfiança. // Em contraste, “Hangsang” é uma das faixas mais introspectivas da mixtape. Com uma produção que mistura elementos eletrônicos e sintetizadores, ele aborda a sensação de solidão e ansiedade que pode vir com a fama. Linhas como “Even when it feels empty, I have my own light” revelam sua luta interna e sua busca constante por esperança, reforçando a dualidade entre energia contagiante e vulnerabilidade pessoal. //


Host Thy: Combinando pop, funk e rap de forma leve e divertida, “Airplane” é uma das faixas mais conhecidas e é onde o j-hope está refletindo sobre sua jornada internacional e a liberdade que sente ao viajar pelo mundo. O refrão “Flying high, I feel like an airplane / Soaring above everything, I’m finally free” simboliza tanto a ascensão do BTS no cenário global quanto a sensação pessoal de liberdade e conquista que ele experimenta. // E por fim, mas não menos importante, temos “Blue Side”, uma faixa instrumental com elementos melódicos e atmosféricos funcionando como uma pausa contemplativa que permite ao ouvinte refletir sobre a energia intensa e as mensagens das faixas anteriores. //


Co-Host Patrícia: Em Hope World j-hope se apresenta de forma completa: vibrante, humana e inspiradora tornando cada faixa uma peça desse quebra-cabeça, mostrando tanto a diversidade musical quanto a profundidade emocional do artista. // No geral, a mixtape completa não é apenas uma coleção de músicas mas um registro da visão de j-hope sobre si mesmo, sobre a fama, sobre sonhos e sobre a vida, tornando Hope World uma obra colorida, multifacetada e profundamente pessoal.//


Host Thy: UAU, que bela aventura, não é ARMY? A cada fala, fico mais encantada pelo artista que o j-hope é. // Agora que falamos bastante sobre as faixas da mixtape, vamos falar um pouco sobre a estética vibrante, positiva e cheia de energia que só o nosso solzinho pode entregar! // Desde a capa da mixtape, somos recebidos por um universo psicodélico com cores fortes, figuras geométricas e ilustrações que lembram quadrinhos e animações. Cada elemento visual parece capturar a ideia central da mixtape: um mundo cheio de esperança e possibilidades onde a criatividade e a imaginação são ilimitadas. //


Co-Host Patrícia: Os videoclipes reforçam ainda mais essa identidade. Em Daydream, por exemplo, j-hope aparece em cenários que misturam o real e o imaginário, flutuando entre cidades, nuvens e elementos surreais, simbolizando a fuga da rotina e a liberdade de sonhar. // A estética lúdica combina com a mensagem da música, mostrando que mesmo diante da pressão da fama, ele encontra espaço para leveza, humor e fantasia. //  E Em Airplane, a narrativa visual acompanha a sensação de viajar pelo mundo, explorando cenários coloridos e estilizados que remetem à liberdade de voar, tanto literal quanto metaforicamente. Cada tomada transmite movimento, alegria e uma perspectiva otimista sobre a jornada pessoal e artística de j-hope. //


Oradora Lunna: E se observarmos além dos videoclipes, as apresentações ao vivo e performances promocionais da mixtape também refletem esse conceito. // A energia contagiante, os figurinos chamativos e os elementos de dança criam uma experiência completa, integrando música, visual e emoção, afirmando que estética não é apenas um acessório; ela é parte do storytelling, permite que os fãs se conectem com a visão de mundo do j-hope de forma sensorial e imersiva. //


Host Thy: Se pararmos para pensar, de modo geral, a estética visual e o conceito de Hope World funcionam como uma extensão do próprio artista: colorido, otimista, criativo e profundamente pessoal. // Cada detalhe, da capa aos videoclipes, reforça a ideia de que j-hope está compartilhando não apenas música, mas sua própria perspectiva sobre sonhos, esperança e identidade. E é isso que nos aproxima dele, como disse a Lunna, a estética permite que os fãs se conectem com a visão do artista de forma sensorial e imersiva. // Agora, dando sequência ao nosso bate-papo, precisamos falar sobre os impactos da mixtape e a recepção dos fãs! 


Co-Host Patrícia: Claro! Quando Hope World foi lançada em março de 2018, o impacto foi imediato tanto entre fãs quanto na crítica musical internacional. // A mixtape rapidamente conquistou posições de destaque em charts globais, chegando à 38ª posição na Billboard 200, tornando j-hope o solista coreano com maior ranking na época, um marco histórico que reforçava o reconhecimento do BTS no cenário mundial. // Além disso, o projeto alcançou o topo das paradas do iTunes em 78 países, um recorde absoluto para um artista solo coreano até aquele momento. //


Oradora Lunna: Um feito e tanto! O público ARMY recebeu a mixtape com entusiasmo, admirando a combinação de positividade, energia e sinceridade que j-hope trouxe. // Os fãs destacaram como cada faixa consegue transmitir não só talento técnico, mas também emoção e personalidade, permitindo uma conexão direta com o artista. // E através de comentários e redes sociais, era evidente como os ouvintes se sentem inspirados pela mensagem de esperança e perseverança presente na obra. // A crítica especializada também reconheceu o projeto, elogiando a diversidade musical e a produção criativa. // Muitos destacaram a capacidade de j-hope de mesclar diferentes gêneros — trap, funk, EDM e elementos retrô — sem perder coesão, criando uma narrativa sonora que reflete seu estilo único. // A mixtape foi vista como um passo corajoso e bem-sucedido para um artista que, até então, era mais conhecido por seu papel dentro de um grupo do que como solista. //


Host Thy: Mais do que números, a Hope World teve relevância no crescimento artístico do j-hope. Ela permitiu que ele experimentasse, expressasse-se e estabelecesse uma identidade solo clara, mostrando ao mundo e aos fãs que sua criatividade não se limita ao que vemos nos palcos do BTS. // Essa recepção positiva também abriu portas para que outros membros explorassem projetos solo, fortalecendo a diversidade artística dentro do grupo e incentivando a liberdade criativa. // Em resumo, a mixtape Hope World não foi apenas um sucesso comercial, mas um marco emocional e cultural. Ela demonstrou a força do talento individual de j-hope, consolidou sua posição como artista global e mostrou que é possível unir entretenimento, técnica e mensagens significativas de forma fluida e envolvente. // 


Host Thy: E isso é maravilhoso! Depois de conhecer os impactos da Mixtape, é interessante falarmos sobre o legado e relevância desse projeto que continua inspirando até hoje! // e encerrar nossa aventura inspirada pelas cores e perspectivas do j-hope.


Co-Host Patrícia: Ah, já vamos encerrar? não estava pronta para o fim, passou tão rápido. Bem, para encerrar, de fato Thy, é fundamental falar de algo tão inspirador. Pois anos depois do lançamento de Hope World, a mixtape do j-hope continua sendo uma referência para os ARMYs e para o próprio cenário do K-pop. // Mais do que apenas um projeto solo, ela representa a coragem de se expressar autenticamente, de mostrar vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, transmitir uma energia positiva que contagia. Cada faixa ainda ressoa com quem já se sentiu pressionado ou inseguro mas busca manter a esperança e seguir em frente. //


Oradora Lunna:  Realmente o legado da mixtape também se reflete na liberdade criativa que j-hope conquistou e que inspirou outros membros do BTS a explorarem seus projetos individuais. // Hope World mostrou que é possível equilibrar uma carreira coletiva de sucesso com expressões pessoais profundas e autênticas, sem comprometer a identidade do grupo. //


Host Thy: Para os fãs, a mixtape é um convite para entrar no mundo de j-hope, compreender seus pensamentos e sentimentos, e se conectar com sua mensagem de perseverança, alegria e positividade. // Ela nos lembra que, por trás da energia inigualável dos palcos, existe um artista que luta, sonha e se reinventa constantemente. // 


Oradora Lunna: : Com certeza! E, ao ouvir Hope World hoje, somos convidados a refletir: como cada faixa se conecta com a nossa própria vida? Quais sonhos e esperanças conseguimos enxergar através da música de J-Hope? Que partes da história dele nos inspiram a enfrentar nossos próprios desafios? //


Host Thy: Encerramos assim o episódio com a certeza de que Hope World não é apenas uma mixtape de 2018; é um espaço de inspiração contínua, um registro do talento multifacetado de j-hope e um lembrete poderoso de que esperança e criatividade podem coexistir mesmo nos momentos mais difíceis.


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ESPAÇO RESERVADO PARA OS ORADORES CONVIDADOS SE DESPEDIREM E AGRADECEREM.

ORDEM: Thy Souza, Patrícia Barp e Lunna


FALA FINAL: Obrigada, mais uma vez, pelo episódio de hoje. Eu agradeço a cada um dos oradores e todos que participaram como ouvintes, vocês são incríveis./ Não se esqueçam de ouvir os trabalhos do grupo e também os individuais, afinal o BTS é um todo de SETE / Dar stream em nossos favoritos não é obrigação é prazer. Ouvir e sentir o que eles têm a nos dizer é extremamente prazeroso./ Bom, esse é o meu momento influencer do PODARMYS, ou seja, compartilhem a call, favoritem e indiquem para mais armys./ Quero lembrar novamente que o pod é um lugar para você se sentir bem, lugar de conforto e encontro./ Então se você tiver alguma sugestão ou gostaria de que algum tema fosse abordado, ou simplesmente gostaria de ser ouvido, pode enviar mensagem na nossa DM, sinta-se em casa!/ O pod foi feito de army para army e vocês sempre serão sempre bem vindos. / Nos vemos no próximo episódio.//


 
 
 

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