ROTEIRO "PODARMYS" – PROGRAMA N° 40 "JACK IN THE BOX"
- podarmys
- 27 de abr.
- 12 min de leitura
Gravação no Streamyard (Sábado, 07/01)
Lançamento no Spotify 20h BRT
(25/04)
Host: Beatriz Nery (PA)
Co-Host: Lunna Progenio (PA)
Oradora: Anna Lua Major (PA)
Convidados: Não há convidados neste episódio.
Anfitrião: PODARMYS
Roteirista Responsável: Elly dos Santos
Apoio de roteiro: Sânia Maria
Supervisão: Beatriz Nery
Ajustes finais: Beatriz Nery
Revisão: Tatiene Vitelbo / Karen Fernandes
ROTEIRO
CHAMADA FIXA PARA O EP: Olá! Sejam bem-vindos, ARMYs de todo o país e até do estrangeiro! Começa agora o podcast feito de fã para fã, com muito amor e carinho. Que você se sinta acolhido e confortável para conhecer este projeto lindo que foi feito para você, que sempre desejou saber mais sobre o BTS. Começa agora o PODARMYS!
TÉCNICA – Colocar alguma frase dos meninos ou até mesmo um trecho de alguma música. Escolher a música de acordo com a temática do programa.
Host Bea: Olá, ARMYs! Tudo bem com vocês? Espero que sim e que estejam preparados para mais um episódio maravilhoso feito especialmente para vocês. // Eu sou a Beatriz Nery e vou apresentá-los hoje a um j-hope que questiona, provoca e se coloca no centro da própria narrativa. // E, se você ouviu o álbum de estúdio Jack in the Box, sabe exatamente do que estou falando, não é mesmo, Lunna? Seja muito bem-vinda!
Co-host Lunna: Olá, Bea e ARMYs que estão nos ouvindo. É um imenso prazer estar aqui hoje para falar sobre Jack in the Box, e sim, essa obra não é sobre agradar todo mundo, nem reafirmar uma imagem já conhecida do artista, é revelar-se, de forma mais ampla, complexa e até um pouco desconfortável. // Então, se vocês estão prontos, fechem os olhos e imaginem-se conosco abrindo a caixa do j-hope, vendo-o assumir a responsabilidade de saltar para fora, ao produzir essa obra-prima. //
Host Bea: Isso, Lunna, vamos utilizar da imaginação para continuar a trajetória intimista, exploratória e profundamente reflexiva pelos projetos solos dos nossos artistas favoritos, neste episódio decifraremos a metáfora direta de um gesto consciente de expansão.// Hoje não veremos um rompimento agressivo com o passado, mas a intenção e escolha de sair do espaço público onde se é reconhecido com facilidade e se permitir ser visto de forma mais completa.// E para incorporar nosso bate-papo, convido nossa oradora de casa, Lua, seja bem-vinda!
Oradora Lua: Olá a todos! Bea, Lunna, que coisa boa estar aqui com vocês. // Percebam que, diferente de Hope World, mixtape explorada no episódio 37 do POD ARMYS, Jack in the Box exige um planejamento mais claro, distribuição tradicional e um posicionamento artístico pensado para o mercado e para a própria trajetória do Hoseok como artista solo. // Pois, além de ser um álbum de estúdio, é o marco oficial da estreia solo dele, lançada em julho de 2022, período onde o BTS passava por um momento de reorganização. // Vocês lembram?
Host Bea: Eu ainda não era ARMY, mas pesquisei sobre esse momento que hoje, pra mim, é impossível esquecer: o período em que o coração do ARMY doeu após o BTS anunciar uma pausa nos trabalhos coletivos. // Mesmo eles deixando claro que era para que cada membro pudesse explorar caminhos individuais, houve muitas fakes news que abalaram a confiança da indústria, mídia e até dos fãs, pois é comum grupos anunciarem disband na indústria do K-pop. // Mas, ainda assim, permanecemos confiantes e não ficamos com fome, porque cada obra solo nos alimentou nesse tempo, até todos os membros voltarem para nós como grupo. // E foi nesse contexto que Jack in the Box brilhou.
Co-host Lunna: Bem colocado, Bea, não queríamos um hiatus, mas eles precisavam de uma pausa em grupo para verem seu brilho individual. // Tinha sido quase uma década de lançamentos contínuos, turnês globais e uma presença constante como grupo. O BTS necessitava dessa vírgula para o autoconhecimento e desenvolvimento de cada membro, foi um respiro necessário. // E, nesse cenário, j-hope já tinha uma carga solo: Hope World, que reafirmava sua imagem vibrante dentro do grupo, já havia uma gama de colaborações e performances marcantes, e era nítido o crescimento como compositor e produtor. // Mas o ponto de virada, com certeza, foi Jack in the Box.
Oradora Lua: Sem dúvidas, Lunna. Porque o nosso solzinho não estava mais preocupado em reafirmar quem ele já era, ele estava mais interessado em tensionar essa imagem, e isso não foi uma decisão simples. // Não era só o primeiro álbum solo dele, era o primeiro lançamento individual oficial desse período, ele estava abrindo a porta para o novo ciclo do BTS. // E, apesar da pressão, das comparações inevitáveis e do peso da expectativa nesse movimento que ele representaria de forma ampla, ele assume com consciência e responsabilidade a frente dos sete, para mostrar, com força, o tom que ser um artista completo fora do BTS exige. // E isso nos deixa com tanto orgulho.
Host Bea: Meu coração transborda de orgulho do quão grande artista j-hope se mostrou individualmente. Já não era só o lado brilhante, a esperança do ARMY e do BTS também tinha sombras e elas estavam corajosamente se revelando ao mundo. // E, meninas, o universo sonoro de Jack in the Box é tão bom e autêntico que dá pra sentir o som alternando, como um experimento, entre o nuance mais seco e direto e momentos quase sufocantes, como se, de fato, ele estivesse tentando romper uma barreira.
Co-host Lunna: E ele rompeu, literalmente saltando para fora da caixa, utilizando rap de apoio, hip-hop como base, não se limitando em um único caminho. // Para criar um contraste claro com a imagem pública que sempre o acompanhou, Hoseok traz a forte presença do hip-hop old school, batidas mais cruas, estruturas menos previsíveis e uma estética que flerta R&B e com elementos do rock, especialmente na parte que o peso sonoro é construído. // E essa ideia se conecta diretamente às referências conceituais do disco.
Oradora Lua: Exato, especialmente ao mito da Caixa de Pandora. Pois ele é conhecido como “o Sol” do BTS, associado à leveza, ao entusiasmo e à energia positiva, e, em Jack in the Box, quis expor um lado mais denso, inquieto e por vezes, desconfortável. // Na narrativa mitológica, curiosidade e desobediência liberam o caos, no álbum mostra que atrás da luz também existe tensão, cobrança e conflito. // j-hope não está negando quem ele foi até então, mas ampliando esse retrato, já que raramente aborda esses sentimentos em outros trabalhos anteriores. // Ele traz no álbum uma coexistência de forças opostas.
Host Bea: Exatamente Lua, Jack in the Box transita entre esperança e ruptura, controle e explosão, deixando claro que uma coisa não anula a outra.// j-hope reconhece essa dualidade e transforma em som, assumindo que o caos também faz parte da construção de quem ele é.// E isso é extremamente maduro. Que tal conhecermos a fundo as faixas e o papel de cada uma delas nesse álbum incrível?
Co-host Lunna: Estou super empolgada, pois falamos de contexto histórico, do universo sonoro de Jack in the Box, mas agora começa o mergulho de verdade em cada detalhe dentro dessa obra.
Oradora Lua: Essa também é minha parte favorita, pois é o conteúdo da caixa. // Cada faixa foi sequencialmente pensada e cumpre um papel específico dentro do conceito geral do álbum. // A “intro”, bem no início, avisa que não será um álbum comum, estabelecendo um clima de tensão e desconforto, com um repetição excessiva do instrumental e a ausência de uma estrutura tradicional. // Hobi traz estranhamento e expectativa logo na porta de entrada, e para o ouvinte é um começo, não só novo, marcante.
Host Bea: E põe marcante nisso! Em “Pandora’s Box”, a caixa está diante das mãos e vemos Jung Hoseok encarar as contradições da própria imagem. // Expondo inseguranças, pressões externas e o peso das expectativas que nunca param de crescer, ele sabe que há um risco ao abrir mas é necessário. // Lunna, pode falar dos eixos centrais do álbum, por favor?
Co-host Lunna: Claro, Bea! As queridinhas “MORE” e “STOP”. Na primeira, o discurso é bem direto, beirando ao agressivo: não é sobre ambição vazia, e sim a fome criativa que não aceita limites pré-estabelecidos. // Enquanto na segunda traz uma pausa para refletir sobre excessos, cobranças internas e a sensação de estar sempre correndo sem saber exatamente para onde. // O eixo central é o contraste entre essas duas faixas, reforçando o conflito constante entre querer acelerar e precisar frear. // O ponto de equilíbrio está entre essas duas canções.
Oradora Lua: E ao encontrar o ponto de equilíbrio, o álbum abre espaço para uma discussão social mais explícita, com a linda “=(Equal Sign)”. // A letra fala sobre empatia, igualdade e da dificuldade real de enxergar o outro sem filtros ou hierarquias, conectando o caos interno do j-hope com as tensões externas da sociedade. // Ele se posiciona não apenas como artista mas como alguém atento ao mundo ao seu redor e afirma que “It costs ya nothin’ to be kind, Not so different, you and I” (Não custa nada ser gentil, não somos tão diferentes, você e eu”).
Host Bea: Uau, isso é tão bonito, um vislumbre consciente de esperança nas sombras. // Na próxima faixa, j-hope retoma o simbolismo do brinquedo que dá nome ao álbum e a intitula como “Music Box: Reflection”. // Ele traz a música como espelho, obrigando o ouvinte a encarar as camadas incômodas do projeto, pois passa a vibe de um momento mais contido, quase claustrofóbico, onde reforça a ideia de estar preso dentro de uma estrutura que gira sem parar. Esse álbum é definitivamente uma montanha russa de emoções cruas.
Co-host Lunna: Jack in the Box é uma obra completa sem amarras, que causa bastante inquietação e reafirma a identidade artística em processo de construção. // Na faixa “What if…”, há interrogação, “e se ele se permitisse ir além do que sempre esperaram?”. Em vez de respostas definitivas, existem hipóteses, dúvidas e possibilidades ecoando. // Entre questionamentos, surge “safety zone”, um momento de pausa reflexiva dentro do álbum. // A faixa fala sobre a busca por um espaço de proteção em meio à pressão constante, questionando se esse lugar realmente existe ou se é apenas uma ideia criada para suportar o excesso. // A letra expõe inseguranças que não costumam aparecer de forma tão direta, especialmente quando ele admite o medo de não corresponder e a sensação de estar sempre em alerta. // É uma música que revela vulnerabilidade sem apelar para o drama, mostrando alguém que reconhece os próprios limites e conflitos internos.
Oradora Lua: E é isso que nos cativa, ao mostrar seu íntimo, o ouvinte se sente próximo e representado, fazendo da música conforto. // Mudando o tom, inicia-se “future”, uma faixa que olha para a frente mesmo sem promessas grandiosas ou respostas prontas. Existe incerteza, expectativa e uma vontade clara de continuar, mesmo sem saber exatamente o que vem depois. // Quando ele afirma que o futuro não pode ser evitado, a faixa soa menos como uma afirmação confiante e mais como um aceite: seguir adiante faz parte, mesmo com dúvidas e receios. // Esse olhar para o amanhã se conecta com a proposta do álbum de encarar o desconhecido sem tentar controlá-lo totalmente. // A partir disso, vemos a maturidade do Jung Hoseok, aceitando a dualidade do amanhã entre o medo e a esperança, já que o sucesso de hoje pode mudar amanhã.
Host Bea: Isso mesmo, Lua! E sabe o que é fascinante? Ao entender isso, ele fecha o álbum, com uma vibe intensa e simbólica. // Em “Arson”, a ideia de colocar fogo não está ligada à destruição vazia, mas a um ato consciente de ruptura. // A música fala sobre queimar versões antigas de si mesmo, expectativas externas e caminhos que já não fazem sentido. // O instrumental agressivo e a entrega vocal reforçam essa decisão de não voltar atrás. É um fechamento que não oferece conforto, depois de abrir a caixa, não existe mais a possibilidade de fechá-la e fingir que nada mudou. // A letra é genial com críticas a própria fama e a pressão do k-pop e é assim que Jack in the Box fecha mostrando a versatilidade e completude que só o j-hope possui. E já que tocamos no assunto, que tal falarmos da parte visual?
Co-host Lunna: Sim, por favor, Bea! Depois dessa viagem pelas faixas, estou ainda mais empolgada com o conceito deste álbum, ele entregou muito em cada detalhezinho. // Diferente da época Hope World, os MVs desse projeto apostaram em uma estética mais sombria, crua e, em muitos momentos, quase opressiva. // Não há nada feito para suavizar a experiência, pelo contrário, o visual reforça o desconforto, o conflito, a sensação de estar preso dentro de um espaço que limita, observa e pressiona. // E foi tudo muito bem pensado.
Oradora Lua: Fica explícito que j-hope é perfeccionista não só na dança. // As coreografias focadas em expressar tensões e controle, os figurinos pesados e sem brilho, elementos gráficos fortes, cenários fechados, jogos de luz e sombra e uma paleta de cores mais escuras ajudam a construir o universo de Jack in the Box. // Há uma intenção clara de quebrar expectativas, usando o corpo, o rosto e o movimento como ferramentas narrativas e ele fez tudo isso muito bem.
Host Bea: Prova disso é a extensão maravilhosa que aconteceu no show do Lollapalooza 2022, não foi só um palco do festival, foi a tradução ao vivo do álbum. // j-hope estava lá sozinho, comandando uma multidão e sustentando um set inteiro baseado em Jack In the Box, assumindo a posição histórica de o primeiro sul-coreano a ser headliner do evento e provando em tempo real, a força e a consistência da proposta que construiu. // E isso faz os fãs vibrarem e transbordarem de orgulho, fincando emocionados ao relembrar esse acontecimento.
Co-host Lunna: Aquela performance foi extraordinária, Jack in the Box foi realmente um ponto de virada na carreira. // Pois não foi apenas números ou recordes, foi a consolidação de um artista disposto a correr riscos e se afastar do óbvio para construir algo próprio. // Jung Hoseok abriu um caminho que não depende de fórmulas já testadas e deixou claro que, dali em diante, suas escolhas artísticas seriam guiadas pela necessidade de expressão, não pela expectativa externa. // É nítido o crescimento dele e o impacto que esse evento causou.
Oradora Lua: Realmente Lunna, o lançamento de Jack in the Box provocou reações imediatas e, em muitos casos, divididas. O que já diz bastante sobre a força dessa obra, não é mesmo? // Parte do público se surpreendeu com o tom mais denso e menos acessível, enquanto outra parte reconheceu rapidamente a coragem por trás do projeto. // De modo geral, destacou-se a coesão conceitual, a solidez sonora e a maturidade artística, enxergando o álbum como um passo firme em direção a uma identidade solo mais autoral e menos dependente da imagem construída em grupo.
Host Bea: Jack in the Box é o grito de independência da visão que limitava j-hope. E o impacto disso foi intensificado com a repercussão de sua presença em palcos internacionais sozinho. // Ele passou a sustentar shows de grande porte, carregando não só o próprio nome, mas também o simbolismo de representar a nova fase do BTS. // E conseguiu ampliar a percepção do público sobre sua capacidade como performer e artista completo, já não era apenas um membro do Bangtan em um projeto paralelo, e sim, alguém que conseguia ocupar o centro do palco com segurança, discurso e propostas bem definidas. // O “Sol” do BTS mostrou as suas sombras e elas o fizeram brilhar ainda mais, porque cada performance foi um “Arson” (significa: incêndio criminoso) que causou uma explosão gritante vista do mundo todo.
Co-host Lunna: Realmente, Bea, e o nome j-hope era a essência dessa explosão, cada performance dele é um grande espetáculo. // Jack in the Box representa um gesto de afirmação artística, foi o momento em que Jung Hoseok assumiu o controle total da própria narrativa, sem a necessidade de corresponder a imagens prévias ou expectativas já consolidadas. // O álbum funcionou para os fãs, como um convite à escuta atenta e ao desconforto produtivo, pois foi preciso entender que gostar de um artista envolve acompanhar suas mudanças, dúvidas e escolhas menos óbvias.
Oradora Lua: Todo esse momento foi bem surpreendente e revelador, tanto para o j-hope quanto para os fãs. // Enquanto Hope World, Mixtape de 2018, apresentava cores mais abertas, sonoridades leves e uma comunicação mais direta, Jack in the Box se construiu no contraste, pois o som é mais pesado, as perguntas são mais incisivas e o discurso menos conciliador. // O estouro da caixa que o limitava não apaga o que veio antes, pois as diferenças não anulam o passado, apenas evidenciam o amadurecimento claro, não só de técnica mas de conceito.
Co-host Lunna: É notável enxergar um artista que já não precisa se apresentar ou provar quem é, e está explorando quem ele pode se tornar. // Isso é lindo e inspirador, não é? Vê-lo livre musicalmente para se conhecer, viver e experimentar nos faz querer sair da caixa que nos limita também e ir a fundo atrás do que realmente nos faz feliz.
Oradora Lua: Isso mesmo Lunna! O legado de Jack in the Box vai muito além da carreira individual do Jung Hoseok, pois ao assumir o risco de ser o primeiro álbum solo lançado oficialmente, ele ajudou a abrir um caminho mais livre para os outros membros do BTS. // j-hope mostra que existe espaço para propostas diversas, densas e autorais dentro desse novo ciclo.
Host Bea: Jack in the Box não foi um fechamento de uma fase, foi o abrir a caixa e deixá-la aberta para o futuro, pois tanto ele quanto os membros do BTS se beneficiaram disso como solistas. // Agora havia um caminho se formando onde podem ser múltiplos, imprevisíveis e artisticamente mais amplos. Fechamos esse episódio com a certeza de que esse álbum inspira até a vida do ARMY, dando a motivação necessária para abrir a caixa da própria alma e deixá-la existir em todas as suas nuances, coisa que o próprio BTS já prega: Ser você mesmo.
________________________________
ESPAÇO RESERVADO PARA OS ORADORES CONVIDADOS SE DESPEDIREM E AGRADECEREM.
ORDEM: Co-host Lunna e Oradora Lua
FALA FINAL: Obrigada, mais uma vez, pelo episódio de hoje. Eu agradeço a cada um dos oradores e todos que participaram como ouvintes, vocês são incríveis. // Não se esqueçam de ouvir os trabalhos do grupo e também os individuais, afinal o BTS é um todo de SETE. // Dar stream em nossos favoritos não é obrigação, é prazer. Ouvir e sentir o que eles têm a nos dizer é extremamente prazeroso. // Bom, esse é o meu momento influencer do PODARMYS, ou seja, compartilhem a call, favoritem e indiquem para mais armys. // Quero lembrar novamente que o pod é um lugar para você se sentir bem, lugar de conforto e encontro. // Então, se você tiver alguma sugestão ou gostaria que algum tema fosse abordado, ou simplesmente gostaria de ser ouvido, pode enviar mensagem na nossa DM, sinta-se em casa! // O pod foi feito de army para army e vocês sempre serão bem-vindos. // Aguardamos vocês no próximo episódio.




Comentários