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O Elo Invisível que Poucos Comentam sobre ARIRANG e Hope On The Street Vol. 1
Hope On The Street Vol. 1 ao invés de revisitar os desafios da própria trajetória com ressentimento, Hoseok decidiu voltar à origem de tudo: a dança. Antes de sonhar em ser rapper, compositor ou performer, ele era apenas um jovem apaixonado pela dança de rua e, como é possível perceber, essa paixão atravessa todas as seis faixas do álbum.
Júlia Pimentel
13 de ago.4 min de leitura


Eles Sabem que tem Gente Esperando o Fim, Mas Não Vivem Para Provar o Contrário
Em meio ao hiato, era solo, alistamentos e retornos, cada um deles precisou encarar de frente seus próprios medos, dúvidas e inseguranças. Eles lidam com as suas privacidades invadidas e agressões verbais gratuitas, muitas vezes originadas de ações ou falas tiradas de contexto. Motivos para desanimar, recuar ou até mesmo questionar a própria arte não faltaram.
Júlia Pimentel
4 de jul.2 min de leitura


Eles Realmente Odiaram “Body to Body”? O Perigo das Narrativas Distorcidas no Fandom
Portanto, a ideia de que RM e Suga “odiaram” “Body to Body” não encontra respaldo no material original. O que se observa é uma preocupação legítima com a recepção da música, algo natural no processo criativo.
Nívia Silva
4 de jul.2 min de leitura


Queriam Aula, Ganharam ARIRANG
Então estreou o aguardado retorno musical do BTS como um grupo. Não como pedagogia, visto que ARIRANG nunca teve a intenção de ser uma aula de história sobre a Coreia. Mas como presença, refletindo a identidade, as raízes e experiências vividas pelos sete membros como artistas e coreanos. No entanto, houve incompreensão de alguns ouvintes, que se perguntaram se a obra era coreana o suficiente? E se o BTS deixou de ser coreano e se americanizou.
Elionai dos Santos
4 de jul.3 min de leitura


Into the Sun e o “Autotune” Que Não Existe
Into the Sun, o que se sente é direção, crescimento e a sensação de estar caminhando, mesmo sem saber exatamente o que vem depois, mas confiando que a luz está ali, esperando.
Maria Bianca
4 de jul.3 min de leitura


Disseram que o BTS se americanizou — então o que Arirang está fazendo entre nós?
A ideia de uma suposta americanização perde força quando se observa o conjunto da obra. O que existe, na verdade, é um equilíbrio entre o global e o local, onde tradição e modernidade caminham lado a lado. E é justamente nesse equilíbrio que o BTS se destaca: ao crescer sem se desconectar de quem sempre foi.
Nívia Silva
27 de abr.2 min de leitura


Netflix e a estratégia de marketing do efeito BTS
Com o retorno do grupo em 2026 e o lançamento do álbum ARIRANG, os sete membros fecharam um ciclo histórico. E nesse cenário entra a Netflix, que se consolidou como uma das empresas mais inovadoras do entretenimento digital, não apenas pelo seu catálogo, mas também por suas estratégias de marketing altamente adaptáveis e orientadas por dados.
Ketlen Vieira
27 de abr.2 min de leitura


Arirang, migração e memória: a jornada dos primeiros coreanos rumo à América
Nessa nova fase dos meninos à prova de bala, existe um significado mais amplo e significativo por trás de cada letra, cada traço ou símbolo. Não são apenas 14 faixas que compõem o mais novo álbum do BTS, mas sim um pedaço da cultura coreana, resquícios de uma história até então apagada, é a forma como os membros trouxeram para celebrar ao mundo inteiro a identidade deles como coreanos.
Ketlen Vieira
27 de abr.3 min de leitura


“BTS não combina com hip-hop?” — ou: quando a memória seletiva bate mais forte que o 808
Dizer que eles “não combinam” com isso ignora não só a história do grupo, mas também o fato de que membros como RM, Suga e J-Hope vieram diretamente dessa base, com trajetórias sólidas dentro do rap antes mesmo do debut.
Luiza Barbosa
5 de abr.3 min de leitura


“Se alguém fosse cara de pau a esse ponto, eu bateria nessa pessoa” — então por que ainda duvidam do BTS?
Em um dos momentos mais sinceros do retorno, quando perguntaram ao BTS se o sucesso dos trabalhos solos poderia ter feito eles reconsiderarem o grupo, a resposta veio quase automática. “Se alguém fosse cara de pau a esse ponto, eu bateria nessa pessoa.” Pode parecer uma resposta descontraída, mas ela carrega muito mais do que humor, ela carrega história. Porque, durante o hiato, muita gente teve certeza de uma coisa: “eles não voltam.” E não foi uma dúvida inocente, foi quase
Luiza Barbosa
5 de abr.3 min de leitura
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